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26 de fevereiro de 2010

Sócrates e o Senso Comum


Parte 2
Parte 3

"A vida sem reflexão não merece ser vivida" (Sócrates)

Em mais uma edição da série "Filosofia do Dia-a-Dia", Alain de Botton mostra seu suposto guia da felicidade com uma abordagem filosófica, desta vez, clássica. O instrumento do episódio em pauta é aquele que, segundo o romano Marco Túlio Cícero, "fez a filosofia descer dos céus".

Com os diálogos socráticos ensaiados, Alain exibe exemplos práticos sobre a provável incoerência do senso comum, o porquê das intermináveis perguntas socráticas e a busca da verdade; o que no final, chega a ser uma crítica ao sistema democrático.

Mais maduro se formos comparar sua atuação no episódio sobre Schopenhauer, Alain de Botton traduz o pensamento de Sócrates de forma simples e direta, fazendo com que inclusive aqueles os quais não tiveram contato com a filosofia grega entendam sem problemas os desafios levantados por este ilustre pensador.

Por Italo Lins

25 de janeiro de 2010

Schopenhauer e o Amor


Parte 2
Parte 3

"Nada na vida é mais importante que o amor (...) porque o que está em jogo é a sobrevivência da espécie" Arthur Schopenhauer.

O breve episódio acima - apesar de contar com uma trilha sonora entediante e um apresentador um tanto naïve - mostra fragmentos da vida de um dos maiores filósofos do século XIX.

O vídeo é menos explicativo que o necessário e composto por assuntos biográficos. Entretanto, mesmo considerando certos trechos irrelevantes e bobos, acreditei ser válido postá-lo porque dessa forma nós podemos entrar em contato com a cultura alemã do século retrasado incisivamente.

Entender a sociedade alemã do século XIX significa compreender as relações de sua filosofia com o meio que cercava a sua mente, levando-nos a analisar o seu comportamento perante algo às vezes tão inexprimível como o amor. Sentimento esse, martelado por Schopenhauer de uma maneira intrinsecamente biológica, chegando a bater às portas de um Darwinismo inconsciente sem hesitação.

Como de costume, uma quebra de paradigmas.

Por Italo Lins